A Dança das Máscaras que Você Não Vê
"Até que você torne o inconsciente consciente, ele dirigirá sua vida e você o chamará de destino." – Carl Gustav Jung
Você já sentiu o peso de algo que não explica? Um cansaço que não vem do corpo, uma tensão que não se desfaz com o descanso. Vejo isso nas pessoas que cruzam meu caminho – líderes que comandam equipes, empreendedoras que constroem impérios, mentes que não param. Elas dançam uma dança que ninguém vê, com máscaras que não sabem que usam.
Por anos de estudo, aprendi a enxergar essas máscaras. Não são de papel ou tinta – são feitas de expectativas, de precisão, de um perfeccionismo que se disfarça de virtude. Mas toda máscara tem um custo. E o inconsciente, esse guardião silencioso, sempre cobra.
A Máscara que Você Não Tira
Um e-mail reescrito pela décima vez. Uma decisão adiada por medo de errar. Um "sim" que deveria ser "não". Você chama isso de cuidado, de responsabilidade. Eu chamo de máscara. Não porque você a escolheu, mas porque ela te escolheu – há muito tempo, em algum lugar que a memória não alcança. O perfeccionismo não é só um traço. É uma dança que te prende, passo a passo, até que o palco esteja vazio.
O Peso que Não Se Vê
Essa dança não é leve. Ela acumula. Um peso que o dia não explica, que a agenda cheia não justifica. Conheço pessoas – que faturam milhões, que lideram com brilho – chegam com ele nos ombros. "Eu deveria estar bem", dizem. Mas o inconsciente não mente. Ele sussurra: há algo a ser visto. Há algo a ser solto.
Um Espaço para Despir as Máscaras
A psicanálise não é sobre conselhos ou fórmulas. É sobre ouvir o que o silêncio diz. É sobre despir, camada por camada, o que te pesa sem que você perceba. Não é para qualquer um. É um processo reservado, feito para quem já conquistou muito e agora quer conquistar a si mesma. Agora, porque seu tempo é precioso. Exclusivo, porque sua jornada merece.
Se essa dança te cansa, há um espaço onde ela pode parar. Sutil. Profundo. Feito para poucas. Saiba mais em www.gohubner.com.br – sem pressa, sem máscaras. Guilherme O. Hübner
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